No tumultuado cenário político dos Estados Unidos, o Congresso aprovou nesta quarta-feira (14/12/2023) a abertura de um processo de impeachment contra o presidente Joe Biden. O chefe da comissão de investigação, senador James Comer, fez sérias acusações no plenário da Câmara, alegando que Biden mentiu repetidamente para o povo americano. Em resposta, o próprio presidente, seu filho Hunter Biden e o Partido Democrata negaram veementemente todas as alegações.
Joe Biden, em uma declaração imediata após a votação, criticou a investigação como uma chicana política sem fundamento, afirmando que os republicanos no Congresso reconhecem a falta de apoio factual. Embora as chances de destituição sejam vistas como praticamente nulas, a investigação emerge como uma potencial dor de cabeça para a Casa Branca, especialmente às vésperas da eleição presidencial de novembro de 2024, na qual Joe Biden busca a reeleição.
Mais cedo, o filho do presidente, Hunter Biden, de 50 anos, admitiu perante o Congresso ter cometido “erros” em sua vida, marcada por um histórico de vícios e acusações em processos judiciais. No entanto, Hunter acusou “os trumpistas” de tentarem “desumanizá-lo” para “prejudicar” seu pai.
Em uma reviravolta, recusou-se a participar de uma audiência a portas fechadas organizada pelos republicanos, que o convocaram ao Capitólio. Em entrevista coletiva, Hunter defendeu seu pai, afirmando que Joe Biden nunca esteve envolvido financeiramente em seus negócios, destacando o apoio constante do presidente, que sempre expressou orgulho por ele.








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