Em um cenário de destaque para a economia brasileira, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atribuiu a recente elevação da nota da dívida soberana brasileira à harmonia entre os Poderes. Na terça-feira (19/12/2023), a agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P Global) elevou a nota brasileira, seguindo a Fitch, que já havia melhorado a classificação em julho.
Haddad enfatizou que a coordenação entre o Executivo e o Legislativo, evidenciada pela aprovação da reforma tributária e do novo arcabouço fiscal, foi crucial para o resultado positivo. “Quando há harmonia entre Poderes, quando se unem em torno de uma causa, para colocar ordem nas contas, garantir orçamento, quando o país tem projeto, as agências percebem que há coordenação em torno de objetivo maior”, destacou o ministro.
O elogio se estendeu ao trabalho do Congresso, especialmente aos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, cuja atuação foi considerada fundamental para o sucesso das reformas. A promulgação da reforma tributária, marcada para a quarta-feira (20), foi ressaltada como um marco após três décadas de espera.
Apesar da nota positiva, Haddad reconheceu os desafios futuros, destacando a implementação do novo marco fiscal, o impulso do crescimento econômico acima da média global e a necessidade de recompor a base tributária, com foco na parcela mais rica da população.
*Com informações da Agência Brasil.








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