O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos fez um apelo a Israel para abrir uma investigação sobre um possível crime de guerra cometido por seu Exército em Gaza. A ação ocorreu na noite de terça-feira, resultando na morte de 11 homens palestinos desarmados, segundo informações preocupantes recebidas pela ONU. Testemunhos indicam que os soldados separaram homens, mulheres e crianças antes de atirar, matando os homens na frente de suas famílias.
As circunstâncias estão em processo de verificação, mas a ONU insta as autoridades israelenses a conduzirem imediatamente uma investigação independente e eficaz. Israel, por sua vez, refutou as acusações, alegando que o relatório se baseia em fatos não verificados e é infundado.
A ofensiva israelense em Gaza, que já dura mais de dois meses, enfrenta críticas crescentes, especialmente após incidentes controversos, como a morte de uma mãe e filha em frente à única igreja católica em Gaza e o falecimento de três reféns israelenses. A pressão internacional por uma trégua intensifica-se, enquanto Israel condiciona qualquer cessar-fogo à libertação de reféns pelo Hamas, considerado uma organização terrorista pelos EUA e pela União Europeia.
*Com informações da RFI.
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