O Brasil encerrou o ano de 2023 com um saldo positivo de 1.483.598 empregos formais, conforme apontado pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Esse resultado é decorrente de 23.257.812 admissões e 21.774.214 desligamentos registrados ao longo do ano.
O setor de serviços foi o grande impulsionador desse crescimento, com a criação de 886.256 postos de trabalho formais. O comércio apresentou a criação de 276.528 empregos, seguido pela construção (158.940), indústria (127.145), e agropecuária (34.762). O salário médio de admissão ficou em R$ 2.037,94.
São Paulo liderou entre as unidades federativas, gerando 390.719 postos, seguido por Rio de Janeiro (160.570) e Minas Gerais (140.836). As regiões com as maiores gerações de emprego foram Sudeste (726.327), Nordeste (298.188), e Sul (197.659), sendo que o Nordeste teve um crescimento expressivo de 5,2%.
No entanto, os números ficaram abaixo das projeções do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que esperava a criação de mais de 2 milhões de empregos formais. Ele atribuiu esse desempenho à informalidade, especialmente na agricultura, e a fatores econômicos como juros e endividamento. Marinho prevê uma melhoria em 2024, impulsionada por projetos de infraestrutura.
*Com informações da Agência Brasil.











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