O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, Éden, emitiu uma forte declaração repudiando os ataques sofridos pela prefeita Moema Gramacho durante uma sessão da Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas. Éden classificou as agressões como lamentáveis e desrespeitosas, destacando que o parlamento deve ser um espaço de diálogo e divergência construtiva, não de violência política.
“Apresentamos nosso total repúdio às agressões sofridas pela prefeita Moema Gramacho hoje na Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas. O parlamento deve ser um espaço de diálogo e até da boa divergência. Mas nunca da agressão. Essa postura de usar a violência como expediente político foi derrotada nas urnas pelo povo brasileiro”, afirmou o presidente Éden.
Moema Gramacho, com mais de 40 anos de vida pública e exercendo atualmente seu quarto mandato como prefeita de Lauro de Freitas, foi alvo de insultos, ataques e ofensas durante a leitura da mensagem do Executivo na abertura dos trabalhos da Câmara. Segundo relatos, ela chegou a ser interrompida por assessores e teve seu cabelo puxado por uma dissidente enquanto subia no elevador, em uma ação classificada por Éden como machista e misógina.
O dirigente partidário destacou a necessidade de identificar e responsabilizar os culpados por tais atos, ressaltando que a oposição deve se fazer no campo das ideias, sem recorrer a xingamentos, depreciações ou violência.
“Para se fazer oposição, é necessário ter argumentos e críticas para apresentá-las quando não se concorda ou quando não se chega a consensos. A oposição precisa se qualificar um pouco mais e aprender a fazer o debate de ideias sem apelar para a baixaria e agressão”, afirmou Éden.










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