Os embaixadores da União Europeia (UE) chegaram a um acordo para implementar o 13º pacote de sanções contra a Rússia, momentos antes do segundo aniversário da invasão russa à Ucrânia, que ocorreu em 24 de fevereiro. O novo conjunto de medidas, que compreende mais de 2.000 pessoas e entidades, visa exercer pressão contínua sobre o Kremlin, conforme afirmou Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia.
As sanções recentemente aprovadas abrangem restrições comerciais a três empresas chinesas que forneceram produtos ao Exército russo, além de punições a empresas da Índia, Turquia e Sérvia que contribuíram para os esforços militares da Rússia. O pacote prevê congelamento de ativos na UE e proibição de viagens aos países do bloco para indivíduos envolvidos em atividades questionáveis, como o ministro da Defesa da Coreia do Norte, Kang Sun Nam, por fornecer mísseis para Moscou. A decisão foi tomada após semanas de ataques russos intensificados na Ucrânia e pressões internas no bloco por mais ações contra o governo de Putin e seus aliados. Embora o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, inicialmente tenha se oposto às novas sanções, ele acabou cedendo às pressões, evitando um veto que poderia prejudicar a economia de seu país. Orbán, aliado de Putin, enfrentará eleições em 2024 e temia consequências eleitorais negativas se vetasse as medidas.
*Com informações da RFI.
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