Na quinta-feira (29/02/2024), o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, proferiu declarações que ecoaram nas relações internacionais, ao sugerir que a OTAN confrontaria a Rússia em caso de uma derrota de Kiev no conflito ucraniano. A representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, respondeu às observações de Austin, destacando a potencial escalada de tensões. Em suas palavras, “agora todos podem ver quem é o agressor, é Washington”, apontando para o posicionamento dos EUA como uma ameaça direta à Rússia.
As ideias de um possível confronto direto entre Rússia e OTAN têm ganhado espaço em análises ocidentais, enquanto o Kremlin tem reiterado que não representa uma ameaça, mas não ignorará ações consideradas perigosas para seus interesses. Nos últimos anos, a Rússia tem observado uma atividade sem precedentes da OTAN em suas fronteiras ocidentais, justificada pela aliança como uma resposta à suposta agressão russa. Moscou expressou repetidamente sua preocupação com o acúmulo de forças da OTAN na Europa.
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia enfatizou sua disponibilidade para o diálogo com a OTAN, mas apenas em uma base de igualdade, e instou o Ocidente a abandonar o caminho da militarização do continente europeu, em prol da estabilidade regional e global.
*Com informações da Sputnik News.











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