Segundo o Boletim Anual de Recursos e Reservas da ANP, o Brasil experimentou um aumento de 6,98% nas reservas provadas de petróleo em comparação ao ano anterior, com crescimentos também nos volumes relativos ao somatório das reservas provadas e prováveis, assim como das provadas, prováveis e possíveis. Essas reservas são determinadas com base em análises geocientíficas e de engenharia que indicam a viabilidade comercial de sua recuperação.
Empresas contratadas para exploração e produção declararam 15,894 bilhões de barris de petróleo de reservas provadas, 22,779 bilhões de barris de reservas provadas mais prováveis, e 27,531 bilhões de barris de reservas provadas, prováveis e possíveis. O índice de reposição de reservas provadas, atingindo 183,54%, demonstra a adição de cerca de 2,278 bilhões de barris em novas reservas, em relação ao volume produzido no período.
Apesar do crescimento, a posição do Brasil em reservas provadas de petróleo não se destaca globalmente. De acordo com o geólogo Jorge Picanço Figueiredo, da UFRJ, o país possui reservas significativas, porém inferiores a grandes produtores como Estados Unidos, Rússia e Arábia Saudita. Embora o petróleo brasileiro seja de boa qualidade, o país continua sendo um grande exportador, com uma produção que supera significativamente o consumo nacional.
*Com informações da Agência Brasil.










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