O Brasil enfrenta um grave cenário epidemiológico com mais de 2,4 milhões de casos prováveis de dengue registrados até o momento, resultando em 923 mortes associadas ao vírus. Os estados mais afetados são Minas Gerais, São Paulo e Paraná, conforme dados do Ministério da Saúde.
O infectologista Hemerson Luz atribui o aumento de casos da doença no início do ano a fatores climáticos, como o aumento da temperatura e o acúmulo de chuvas, que favorecem a proliferação do mosquito transmissor. No entanto, ele destaca que a diminuição da temperatura pode contribuir para reduzir os casos.
Para evitar a propagação da dengue, Hemerson Luz enfatiza a importância de eliminar objetos que acumulem água, além do uso de repelentes durante o dia. Tatiana Araújo, moradora de Brasília, compartilha sua experiência com a doença, destacando a importância da prevenção.
Em relação à vacinação, apenas um terço das doses enviadas aos municípios foi aplicado até o momento. O Ministério da Saúde recebeu uma nova remessa de vacinas, priorizando jovens de 10 a 14 anos. Quanto aos casos de Zika e Chikungunya, também há registros preocupantes, com destaque para as mortes associadas à Chikungunya.
Diante desse cenário, especialistas reforçam a necessidade de medidas preventivas e de uma maior adesão à vacinação para combater não apenas a dengue, mas também outras arboviroses, garantindo a saúde e segurança da população brasileira.
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