‘Interessadas nos nossos bens’, diz Aldo Rebelo sobre ONGs que tentam ‘sabotar’ soberania nacional

Em entrevista à Sputnik Brasil, Aldo Rebelo destaca as preocupações sobre ONGs que podem minar interesses nacionais na região amazônica.
Em entrevista à Sputnik Brasil, Aldo Rebelo destaca as preocupações sobre ONGs que podem minar interesses nacionais na região amazônica.

A presença de Organizações Não Governamentais (ONGs) no Brasil, especialmente no contexto ambiental da Amazônia, levanta questões sobre suas motivações e influência nos interesses nacionais. Em uma entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo aborda essa temática, ressaltando a necessidade de distinguir entre diferentes tipos de ONGs e suas possíveis agendas estrangeiras. Segundo Rebelo, enquanto algumas dessas organizações desempenham papéis filantrópicos e humanitários, outras recebem financiamento do exterior com o objetivo de minar a soberania nacional, especialmente no contexto ambiental. Ele destaca a preocupação com a Amazônia, onde essas ONGs, segundo ele, estão interessadas não no bem do país, mas sim em seus recursos naturais.

O ex-ministro levanta questões sobre a influência dessas ONGs, muitas vezes concentradas na Amazônia, dentro das próprias instituições governamentais, como o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), visando minar os esforços de desenvolvimento e explorar os recursos da região. Rebelo destaca a importância de se debater essa questão, especialmente diante das contradições na região amazônica, que, apesar de rica em recursos naturais, enfrenta altos níveis de pobreza e negligência, especialmente entre as populações indígenas.

A análise de Rebelo ecoa preocupações de militares brasileiros e pesquisadores sobre a soberania nacional na região amazônica, onde a presença de ONGs estrangeiras alimenta a percepção de uma ameaça à soberania do Brasil. O debate sobre a Amazônia como um “bem comum” da humanidade versus sua proteção como território nacional evidencia a sensibilidade da questão, alimentando controvérsias que remontam ao século XX e continuam presentes na agenda política e diplomática brasileira.

*Com informações da Sputnik News.


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