Durante a Ditadura Militar no Brasil (1964-1985), jornalistas enfrentaram perseguição, censura e violência por resistirem ao regime autoritário. Nomes como Vladimir Herzog, Djalma Carvalho Maranhão, Ieda Santos Delgado e outros foram assassinados, enquanto centenas foram presos e torturados. O Dia do Jornalista, celebrado em 7 de abril, marca não apenas a homenagem aos profissionais da área, mas também a lembrança da luta pela liberdade de imprensa e democracia no país.
A resistência dos jornalistas desempenhou um papel fundamental no fim do regime militar, disse Célio Martins, vice-presidente da Fenaj, destacando a importância da circulação de informações para os movimentos sociais organizados. No entanto, os profissionais enfrentaram perseguição, prisões e ameaças, como exemplificado pelos casos de Vladimir Herzog e Clarice Herzog, que denunciaram a morte do jornalista como crime.
Moacyr Oliveira Filho, da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), ressaltou a necessidade de recuperar a memória e a verdade do período militar no Brasil. Das recomendações da Comissão Nacional da Verdade, poucas foram cumpridas, destacando a falta de justiça de transição no país. Oliveira enfatizou que a memória é essencial para evitar a repetição da história e fortalecer a democracia.
*Com informações da Agência Brasil.
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