A Micareta de Feira de Santana, um dos eventos mais esperados do calendário cultural da Bahia, mais uma vez encantou multidões com sua celebração da cultura regional e diversidade musical. Confira os shows do domingo (22/04/2024), último dia de festa.
O cantor Ninha foi um dos nomes que ressaltou a importância da valorização dos artistas regionais, trazendo sua energia contagiante para o palco e conquistando o público com suas músicas envolventes. Já o Ed City trouxe a autenticidade do gueto para a festa, incorporando ritmos e letras que refletem a essência da comunidade local.
A diversidade sonora continuou com Adelmário Coelho, que resgatou o forró raiz e fez todos dançarem ao som de suas melodias nostálgicas. Léo Santana, conhecido como Gigante, comandou a Pipoca do GG com sua presença de palco marcante e hits que não deixaram ninguém parado.
Além disso, a estreia de Raquel Tombesi no comando da banda Cheiro de Amor marcou um novo capítulo na história da Micareta, trazendo uma energia renovada para o público. Naldinho e Leo Rios emocionaram com suas canções de sofrência, enquanto a swingueira de Escandurras agitou o circuito com sua batida envolvente.
Os foliões também puderam aproveitar a energia contagiante de O Poeta, Rafa e Pipo, É o Tchan e tantos outros artistas que reforçaram a tradição e a animação da Micareta de Feira. Os tambores dos Urbanos ecoaram pelas ruas, resgatando raízes ancestrais e conectando as gerações.
Em meio às festividades, não faltaram momentos de celebração e emoção, como o aniversário de Márcia Porto, que foi festejado com foliões animados. O Grupo Panela do NC trouxe o ritmo do reggae para o Palco Vibes, enquanto o Bloco Tracajá completou 22 anos de alegria e irreverência.
A tradição do samba de roda foi mantida viva com apresentações como as do Bando das Baraúnas e do Bloco Zerinho, que voltou ao circuito após seis anos, enchendo o coração dos foliões de nostalgia e alegria. E para fechar com chave de ouro, Asa Filho levou o xote para o circuito Charles Albert, mostrando mais uma vez a riqueza e diversidade da música regional.










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