Marcos Sacramento lança seu novo álbum, “Arco”, em comemoração a seus 40 anos de carreira. Disponível nas plataformas digitais desde 8 de novembro de 2024, o disco oferece um repertório variado, combinando composições autorais e interpretações de músicas que marcaram sua trajetória artística. “Arco” apresenta seis faixas autorais, tanto em parcerias como em solos, afirmando Sacramento como um intérprete e compositor consagrado na música brasileira.
Com produção musical de Elísio Freitas e direção artística de Phil Baptiste, o álbum explora tanto a carreira passada de Sacramento quanto novos caminhos artísticos. Entre os parceiros de longa data estão Paulo Baiano e Luiz Flávio Alcofra, enquanto novos colaboradores, como Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo, também assinam algumas faixas. Os artistas Josyara e Zé Ibarra dividem os vocais com Sacramento em canções que reforçam a diversidade do álbum, incluindo “Bahia-Rio” e uma nova versão de “Todo o amor que houver nessa vida”.
“Arco” inclui momentos inéditos na discografia de Sacramento, como a primeira gravação em língua estrangeira, com a faixa “Tonada de Luna Llena” de Simon Díaz. Sacramento também gravou pela primeira vez uma canção à capella, “Xangô”, um samba-enredo do Salgueiro, homenageando a Escola de Samba e conectando-se com a cultura afro-brasileira. “Para Frido”, outra novidade, é uma canção dedicada ao grande amor do artista, refletindo a importância de sua trajetória pessoal no disco.
Em sua direção artística, Phil Baptiste define o conceito do álbum com a palavra “arco”, presente no próprio nome do cantor. “Arco” representa tanto uma conexão e uma ponte quanto o ato de se curvar diante de novas possibilidades. A escolha do repertório, a estética visual da capa e o roteiro dos videoclipes seguem esse conceito.
Os arranjos do álbum foram gravados ao vivo, resgatando uma sonoridade que remete aos sambas com baixo e bateria, influenciados por Elis Regina, Norah Jones, e a música latino-americana de artistas como Susana Baca e Tom Waits. Sacramento contou com uma banda composta por músicos renomados, como Kassin (baixo), Marcelo Galter (piano), e Luiz Flávio Alcofra (violão), entre outros, sob a condução de Elísio Freitas.
No encerramento, o álbum apresenta um mantra autoral que sintetiza a mensagem de Sacramento: “Ar pra respirar / Arco da Lapa / Arco-íris / Arco e flecha / do Orixá com a gente”, refletindo a conexão do cantor com a cultura afro-brasileira e com a própria trajetória de vida.
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