A Jornada Pedagógica 2025, realizada pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), segue até sexta-feira (07/02/2025) com discussões sobre as modalidades de ensino oferecidas pela rede estadual. O evento tem como objetivo avaliar os resultados de 2024 e planejar estratégias para o novo ano letivo, garantindo a ampliação do acesso à educação e o fortalecimento das políticas educacionais. Entre os temas debatidos estão a Educação de Jovens e Adultos (EJA), a Educação Especial e Inclusiva, a Educação para Povos e Comunidades Tradicionais, o Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (Emitec) e a Educação Profissional e Tecnológica (EPT).
Na manhã desta quarta-feira (5), a secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, acompanhou as atividades no Colégio Estadual de Tempo Integral José Dias de Sales, no bairro de Pau da Lima, em Salvador. Durante a visita, a secretária foi recebida por estudantes aprovados na Universidade Federal da Bahia (UFBA) por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU). Na ocasião, destacou a importância do evento para a organização da rede estadual, ressaltando a necessidade de analisar dados e definir estratégias para o aprimoramento da educação.
A programação incluiu a Conferência de Educação de Jovens e Adultos em Prisões, realizada no Colégio Estadual George Fragoso Modesto, localizado no Complexo Penitenciário da Mata Escura. O evento contou com a participação da professora Elenice Onofre, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e de Mariângela Graciano, do Ministério da Educação (MEC), que discutiram o papel da educação na reinserção social.
Outro destaque da jornada foi a ampliação da oferta da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) para todos os 417 municípios baianos. A partir de fevereiro, cerca de 200 mil vagas estarão disponíveis em 574 unidades escolares da rede estadual. A iniciativa busca integrar a formação técnica ao Ensino Médio, criando novas oportunidades para os estudantes. Além disso, o Emitec e a Educação para Povos e Comunidades Tradicionais reforçam o compromisso do Estado com a oferta de ensino adequado às comunidades indígenas, quilombolas e rurais, tanto de forma presencial quanto a distância.








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