A taxa de inadimplência de aluguel na Bahia registrou uma queda em fevereiro de 2025, passando de 5,69% em janeiro para 4,61%, com variação de 1,08 ponto percentual. Quando comparada ao mesmo período de 2024, quando o índice era de 6,12%, a redução foi de 1,51 ponto percentual. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia da Superlógica, plataforma especializada em soluções tecnológicas e financeiras para os mercados condominial e imobiliário.
Desempenho regional
A região Norte do Brasil registrou a maior taxa de inadimplência locatícia no período, com 5,96%, seguida pela região Nordeste, com 4,88%. O Centro-Oeste teve uma taxa de 3,41%, o Sudeste de 3,02% e a região Sul apresentou o índice mais baixo, com 2,71%.
Em relação ao tipo de imóvel, na região Nordeste, os apartamentos apresentaram uma queda na inadimplência, passando de 3,82% em janeiro para 3,28% em fevereiro, abaixo da média nacional de 2,23%. As casas apresentaram uma pequena redução, de 5,97% para 5,86%, também ficando abaixo da média nacional de 3,64%. Já os imóveis comerciais na região Nordeste registraram 7,19% de inadimplência, uma leve redução em relação aos 7,39% do mês anterior. A média nacional para imóveis comerciais foi de 4,49%.
Análise por faixa de aluguel
No Brasil, a maior taxa de inadimplência em imóveis residenciais ocorreu em faixas de aluguel acima de R$ 13.000,00, com 5,68% de inadimplência. Já os imóveis com aluguel entre R$ 2.000,00 e R$ 5.000,00 apresentaram a menor taxa, de 1,87%. Nos imóveis comerciais, a maior taxa de inadimplência foi observada na faixa de aluguel de até R$ 1.000,00, com 6,90%, e a menor foi entre R$ 2.000,00 e R$ 5.000,00, com 3,86%.
Perspectivas futuras
De acordo com o diretor de Negócios para Imobiliárias da Superlógica, Manoel Gonçalves, a queda registrada na taxa de inadimplência em fevereiro foi uma surpresa, refletindo a resiliência dos orçamentos das famílias neste início de ano. No entanto, ele alertou que, para os próximos meses, é necessário monitorar as variações mês a mês, especialmente devido às projeções de aumento da inflação e das taxas de juros, fatores que podem impulsionar o índice de inadimplência.
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