A humildade como virtude libertadora: Bem-aventurados os pobres de espírito; Confira análise de Joseval Carneiro

A humildade, segundo Joseval Carneiro, é virtude essencial para o progresso espiritual. Interpretando as palavras de Jesus, o autor defende que os “pobres de espírito” são os humildes de coração, aptos a acolher os ensinamentos divinos com sensatez.
Joseval Carneiro propõe interpretação racional da humildade como chave de acesso ao Reino dos Céus.

A humildade, mais do que renúncia, representa maturidade espiritual. Em sua obra O que não disse Jesus, Joseval Carneiro explica que a expressão “pobres de espírito” refere-se à simplicidade de coração, não à ignorância, sublinhando a distinção entre pobreza material e grandeza moral.

O autor questiona interpretações errôneas que associam a “pobreza de espírito” à tolice. Para ele, Jesus valorizava os que reconhecem sua limitação e se abrem ao aprendizado — postura contrária à arrogância do conhecimento vaidoso.

A crítica recai sobre o orgulho intelectual, que afasta o homem da verdadeira sabedoria, enquanto a humildade aproxima o ser da luz espiritual. Joseval também defende que a simplicidade não exclui o conhecimento, mas o eleva a serviço do bem.


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