Filme ‘A Matriarca’, gravado no Baixo Sul da Bahia, estreia em cinemas de Salvador

Longa-metragem baiano terá sessões com debates e destaca manifestações culturais da região.
Longa-metragem baiano terá sessões com debates e destaca manifestações culturais da região.

O longa-metragem ‘A Matriarca’, dirigido por Lula Oliveira, estreia nas salas de cinema de Salvador no dia 29 de maio de 2025. A produção, integralmente realizada na Bahia, teve suas filmagens nos municípios de Valença e Cairu, região do Baixo Sul do estado, e apresenta a cultura local por meio de manifestações tradicionais e paisagens da área.

Exibição e debate

A estreia ocorrerá no Circuito de Cinema Saladearte – Cinema do Museu, no Corredor da Vitória, às 19 horas, com sessões especiais seguidas de debates com o diretor e o elenco. O filme também será exibido em outras salas do circuito na capital baiana, como CineMAM, Cine Daten Paseo e Cinema da UFBA.

Enredo e contexto cultural

‘A Matriarca’ apresenta uma narrativa ficcional ambientada na cidade fictícia de Itabaína, onde membros de uma família se reúnem para celebrar os 90 anos da matriarca. A celebração é interrompida pela morte inesperada da homenageada, desencadeando revelações familiares e tensões. O roteiro integra elementos culturais locais, como as tradições de Os Caretas, o Congado de Cairu e os Zambiapungas de Nilo Peçanha, além de destacar a arquitetura colonial e o cotidiano regional.

Elenco e participações

O elenco é composto exclusivamente por atores baianos, incluindo nomes do teatro e cinema local, como Luciana Souza, Jackyson Costa, Aicha Marques, Caco Monteiro, Analu Tavares e Evelin Buchegger. Também participam a cantora Mariela Santiago, a atriz francesa Lucile Prement e Vinicius Oliveira, conhecido pelo filme Central do Brasil.

Reconhecimento e premiações

O longa participou de festivais nacionais e internacionais, recebendo duas menções honrosas no Los Angeles Brazilian International Film Festival (LABRFF): uma pela obra em si e outra pelo conjunto da carreira do ator Caco Monteiro. A produção integrou ainda o Violet Film Fest (Colômbia), o Panorama Internacional Coisa de Cinema e o FECINE.

Produção e financiamento

Produzido pela DocDoma Filmes e distribuído pela Descoloniza Filmes, o filme contou com recursos da Ancine, Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Recebeu patrocínio da CredCesta e Bahiatursa, além do apoio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, das prefeituras de Cairu, Valença e Nilo Peçanha, do Instituto de Desenvolvimento do Baixo Sul (Ides) e do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado da Bahia (Sated Bahia).


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