CBF inicia construção coletiva do Sistema de Sustentabilidade Financeira com 28 clubes e 8 federações

Grupo de Trabalho formará regulamento para Fair Play Financeiro no futebol brasileiro em até 90 dias após Mundial de Clubes.
Grupo de Trabalho formará regulamento para Fair Play Financeiro no futebol brasileiro em até 90 dias após Mundial de Clubes.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou a formação do Grupo de Trabalho (GT) para elaboração do Regulamento do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), conhecido como Fair Play Financeiro. A iniciativa conta com a adesão de 28 clubes das Séries A e B e 8 federações estaduais, marcando o início da construção coletiva do primeiro modelo nacional para controle e equilíbrio financeiro no futebol brasileiro.

O GT terá sua primeira reunião oficial após o término do Mundial de Clubes da FIFA e tem prazo de 90 dias para apresentar a proposta final do regulamento. A coordenação está sob responsabilidade do vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, que destacou a importância da diversidade regional e a pluralidade na composição do grupo.

O presidente da CBF, Samir Xaud, enfatizou que a gestão atual pretende enfrentar problemas estruturais por meio da criação de um ambiente financeiro mais equilibrado e responsável. Segundo ele, o engajamento dos clubes e federações indica que o caminho escolhido promove um futebol mais sólido e sustentável.

Participam do GT 16 clubes da Série A, entre eles Atlético-MG, Flamengo, Palmeiras, São Paulo e Grêmio, e 12 clubes da Série B, como América-MG, Chapecoense, Goiás e Botafogo-SP. Além disso, estão representadas as federações estaduais de Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Santa Catarina e Sergipe.

A composição final do grupo será concluída após reuniões internas da CBF com consultores técnicos independentes, que atuarão de forma voluntária nas áreas de finanças, contabilidade, governança, direito desportivo e administração esportiva. A Portaria que institui o GT estabelece critérios para garantir o equilíbrio entre os segmentos do futebol nacional, diferentes modelos de gestão e representatividade regional.

O presidente do GT, Ricardo Gluck Paul, afirmou que a participação plural e técnica será essencial para a construção de um regulamento que fortaleça o futebol brasileiro. Ele ressaltou que o país precisa com urgência de responsabilidade financeira e que o tempo para mudanças é limitado.


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