O cantor Criolo anunciou novidades para o show da turnê “Criolo 50”, que celebra seus 50 anos de vida e carreira, com apresentação marcada para 1º de novembro de 2025, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador. O evento promete revisitar diferentes fases da discografia do artista, com novos arranjos e participações especiais. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla.
A trajetória e o vínculo com Salvador
Durante o anúncio, Criolo destacou a relação afetiva com a capital baiana, afirmando que o reencontro com o público local representa um momento simbólico de sua trajetória.
“A minha relação com a cidade é de muito amor. Na primeira vez que cheguei em Salvador, parecia que alguém tinha aberto um portal para um lugar melhor. A energia das pessoas faz toda a diferença”, afirmou o músico.
O artista, que já se apresentou diversas vezes em Salvador, reforçou a importância da cidade em sua formação artística.
“Parece que toda vez que eu chego em Salvador eu me curo, eu volto melhor pra casa. Sempre foi assim desde antes. É sempre muito forte a oportunidade de cantar em Salvador — e na Concha, então, quantas histórias. Esse lugar é realmente especial pra mim”, disse.
Estrutura da turnê e repertório revisitado
A turnê “Criolo 50” é uma produção conjunta da Join Entretenimento, Plas Produções, Bonus Track e Nascimento Música. O projeto reúne elementos de música e literatura, destacando um repertório que abrange todas as fases da carreira do artista — desde “Ainda Tempo” até “Sobreviver”. Clássicos como “Nó na Orelha”, “Convoque Seu Buda” e “Espiral de Ilusão” ganharão novas leituras e arranjos exclusivos.
Segundo o cantor, o espetáculo foi idealizado para celebrar a trajetória e incluir o público na experiência.
“O show tem um repertório que abraça todas as fases, com novos arranjos e uma banda muito especial. Ficaram algumas surpresas para o público que vai prestigiar”, explicou Criolo.
Novos projetos e parcerias artísticas
Além da turnê, o cantor também prepara o lançamento de discos inéditos, entre eles um álbum de samba, e um livro escrito em coautoria com sua mãe, Maria Vilani, poeta e educadora. O projeto inclui ainda colaborações com artistas como Dino D’Santiago e Amaro Freitas, ampliando o diálogo entre Brasil, África e a diáspora lusófona.
Para Criolo, a celebração ultrapassa a esfera pessoal e reforça a dimensão coletiva de sua arte.
“Esse projeto não é só sobre mim — é sobre todas as pessoas que me ajudaram a não desistir”, declarou.
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