A Rússia ocupa a segunda colocação no ranking mundial de força militar no início de 2026, conforme levantamento divulgado em quinta-feira (01/01/2026) pelo Global Firepower, que avalia o poderio bélico de 145 países. O país fica atrás apenas dos Estados Unidos, enquanto a China aparece na terceira posição.
O resultado mantém a Rússia entre as três maiores potências militares do mundo, posição já registrada na classificação anterior, divulgada no fim de 2025. O ranking considera um conjunto amplo de indicadores relacionados à capacidade de defesa e projeção militar.
Além dos três primeiros colocados, Índia e Coreia do Sul completam o Top 5 do levantamento, consolidando o predomínio de países com grandes efetivos e estruturas militares consolidadas.
Posições no Top 10 e destaque internacional
O Top 10 do ranking Global Firepower inclui ainda França, Japão, Reino Unido, Turquia e Itália, refletindo o peso estratégico e militar dessas nações no cenário internacional. A Ucrânia aparece na 20ª posição, mantendo-se entre os países com maior capacidade militar avaliada pelo índice.
A permanência da Rússia no segundo lugar reforça sua capacidade militar comparativa, mesmo diante de mudanças no equilíbrio geopolítico global e de atualizações periódicas nos critérios do ranking.
O levantamento não avalia apenas armamentos, mas também o contexto estrutural e logístico que sustenta o poder militar de cada país.
Critérios utilizados pelo Global Firepower
O índice Global Firepower é calculado com base em mais de 60 fatores, que incluem potencial militar, recursos financeiros, infraestrutura, capacidade logística, efetivo ativo, equipamentos, localização geográfica e capacidade de mobilização.
Esses critérios buscam oferecer uma avaliação comparativa equilibrada, evitando que apenas o volume de armamentos determine a posição no ranking. O modelo considera tanto aspectos quantitativos quanto estruturais.
A metodologia é atualizada periodicamente, permitindo comparações anuais e a análise da evolução ou manutenção do poder militar dos países avaliados.
*Com informações da Sputnik News.











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