Cerca de 200 ex-funcionários das empresas de transporte coletivo 18 de Setembro e Princesinha participaram de reunião em Feira de Santana para cobrar providências do poder público quanto ao pagamento de direitos trabalhistas pendentes há aproximadamente 10 anos. O encontro foi articulado pelo vereador Jorge Oliveira, do Partido Renovação Democrática, que levou o tema à tribuna da Câmara Municipal de Feira de Santana na terça-feira (10/02/2026).
Segundo o parlamentar, os trabalhadores alegam falta de quitação de verbas rescisórias e relatam dificuldades financeiras decorrentes da ausência de pagamento. O vereador afirmou que o grupo busca mediação institucional para acelerar a resolução do impasse.
Durante o pronunciamento, Jorge Oliveira declarou que os ex-funcionários dedicaram anos ao serviço de transporte público local e que aguardam definição sobre seus direitos desde o encerramento dos vínculos empregatícios.
Reunião com trabalhadores e pedido de apoio político
O vereador informou que recebeu os trabalhadores em seu gabinete para ouvir relatos individuais e coletivos sobre a situação enfrentada. Conforme apresentado, a mobilização tem como objetivo sensibilizar autoridades municipais e demais órgãos competentes para acompanhar o caso.
Ele destacou que a reivindicação envolve centenas de famílias impactadas, o que amplia o alcance social do problema. A expectativa é que medidas institucionais contribuam para destravar processos administrativos ou judiciais relacionados ao pagamento.
Jorge Oliveira também conclamou outros vereadores a atuarem de forma conjunta na defesa das demandas apresentadas pelo grupo.
Propostas na Câmara
Entre as ações anunciadas, o parlamentar afirmou que pretende protocolar requerimento formal para que representantes dos trabalhadores utilizem a tribuna da Câmara, com o objetivo de expor publicamente a situação.
A iniciativa busca registrar oficialmente as reclamações e promover debate legislativo sobre possíveis encaminhamentos junto ao Executivo e a órgãos de fiscalização trabalhista.
De acordo com o vereador, a medida pode ampliar a visibilidade do caso e fortalecer a interlocução entre as partes envolvidas.
Impactos sociais relatados
Os ex-funcionários afirmam que a ausência de recebimento das verbas compromete o sustento das famílias, incluindo despesas básicas e compromissos financeiros acumulados ao longo dos anos.
Segundo os relatos apresentados na reunião, parte do grupo enfrenta restrições de crédito e dificuldades para reinserção no mercado de trabalho, o que prolonga os efeitos do impasse trabalhista.
O parlamentar reiterou que continuará acompanhando o caso e cobrando providências das autoridades responsáveis pela mediação e fiscalização das obrigações trabalhistas.










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