A segunda turma do BRICS+ Summer School foi aberta nesta semana, na Reitoria da Universidade Federal da Bahia, no bairro do Canela, em Salvador, reunindo universitários do Brasil, Rússia, China, África do Sul e Moçambique para 20 dias de intercâmbio acadêmico, cultural e turístico. A iniciativa é realizada pela universidade com apoio da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (Setur-BA).
O programa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre países do grupo BRICS+, promovendo atividades educacionais integradas a experiências de imersão cultural. A programação inclui aulas, seminários, visitas técnicas e roteiros turísticos na capital baiana.
Além do conteúdo acadêmico, o curso busca estimular o contato direto com o patrimônio histórico, cultural e econômico do estado, utilizando o turismo como ferramenta complementar de formação internacional.
Estrutura do curso e temas abordados
O curso intensivo contempla debates sobre desenvolvimento sustentável, política externa, governança internacional de inteligência artificial, direitos humanos e história da cooperação entre países emergentes, alinhados às diretrizes do BRICS+.
As atividades são conduzidas por professores e pesquisadores da universidade, além de convidados externos, com foco em troca de experiências e integração entre diferentes contextos sociais e acadêmicos.
Também fazem parte da programação visitas guiadas a pontos turísticos de Salvador, proporcionando aos estudantes contato com espaços culturais, históricos e naturais da cidade.
Apoio institucional e promoção do destino Bahia
Representantes do governo estadual destacaram que o projeto amplia a visibilidade internacional da Bahia como destino turístico e acadêmico. Segundo a Setur-BA, a presença de estudantes estrangeiros contribui para a divulgação do estado em outros mercados.
A chefe de gabinete da secretaria, Giulliana Brito, afirmou que o intercâmbio aproxima diferentes nacionalidades e associa o turismo à formação educacional, promovendo o destino junto ao público internacional.
De acordo com a pasta, a estratégia combina educação, cultura e mobilidade estudantil para consolidar a Bahia como polo de eventos e atividades internacionais.
Cooperação acadêmica e experiências culturais
O coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas da UFBA sobre o BRICS+, Jonnas Vasconcelos, explicou que a proposta é integrar temas globais a práticas locais, conectando pesquisa, turismo e cooperação institucional.
A professora Maria Paula Couto destacou que a iniciativa também projeta a produção acadêmica do estado, ampliando o reconhecimento da universidade em redes internacionais.
Participantes estrangeiros relataram que a experiência permite interação com docentes, troca cultural e conhecimento do território baiano, fortalecendo vínculos entre os países representados.








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