Comédia baiana “Quem Tem Com Que Me Pague, Não Me Deve Nada” amplia exibição nos cinemas e chega a novas salas no Brasil

A comédia musical baiana “Quem Tem Com Que Me Pague, Não Me Deve Nada” entrou na segunda semana de exibição nos cinemas brasileiros e passou a contar com novas salas a partir de quinta-feira (28/05/2026). O longa-metragem é distribuído pela ELO STUDIOS e dirigido pela dupla Ary Rosa e Glenda Nicácio, cineastas do Recôncavo Baiano.

O filme é protagonizado pelos atores Rodrigo Pandolfo e Renan Motta e está em cartaz em diferentes espaços de Salvador, incluindo o Cineflix do Shopping Bela Vista, UCI Orient Cinemas do Shopping da Bahia, SaladeArte CineMAM, Cine Glauber Rocha e Cine Lankiana, em Cajazeiras.

Além da capital baiana, a produção também está sendo exibida em salas de cinema de estados como São Paulo, Minas Gerais, Alagoas, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Paraíba.

Filme aborda encontro entre cineasta paulista e cantor baiano de pagotrap

A narrativa acompanha Henrique Garcia, personagem interpretado por Rodrigo Pandolfo, um cineasta paulista que enfrenta dificuldades profissionais após o auge da carreira. Paralelamente, o longa apresenta Cristian Mugunzá, vivido por Renan Motta, um cantor baiano em ascensão no cenário do pagotrap.

Os personagens passam a conviver quando Henrique aceita dirigir o show do artista baiano. A partir desse encontro, o roteiro desenvolve conflitos, diferenças culturais e relações construídas ao longo da convivência entre os dois protagonistas.

Segundo os diretores Ary Rosa e Glenda Nicácio, a proposta do filme é utilizar o humor como elemento narrativo para discutir contrastes sociais, afetivos e pessoais. De acordo com os realizadores, os protagonistas pertencem a universos distintos, mas desenvolvem relações baseadas em troca e convivência.

Produção destaca cenário do Recôncavo Baiano e cultura musical

A trama se desenvolve em cenários ligados ao Recôncavo Baiano, região que serve de pano de fundo para a construção da narrativa e da trajetória dos personagens. O filme também utiliza elementos do pagotrap, gênero musical associado à cultura popular baiana.

Na sinopse divulgada pela produção, Henrique é retratado como um profissional marcado por frustrações e dificuldades financeiras, enquanto Cristian Mugunzá surge como um artista popular que reúne grande público durante o Carnaval de Salvador.

O roteiro apresenta o contraste entre os estilos de vida dos personagens e acompanha o desenvolvimento da amizade entre ambos. A produção aposta em situações de humor e encontros improváveis para conduzir a narrativa.

Ary Rosa e Glenda Nicácio ampliam filmografia no cinema nacional

Os diretores Ary Rosa e Glenda Nicácio são responsáveis por produções como “Café com Canela” (2017), “Ilha” (2018), “Até o Fim” (2020), “Mungunzá” (2021) e “Na Rédea Curta” (2022). Os filmes da dupla participaram de festivais nacionais e internacionais de cinema.

Entre os reconhecimentos obtidos pela filmografia dos cineastas estão premiações no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no Festival do Rio, na Mostra de Cinema de Tiradentes e no CINEFANTASY.

A produção de “Quem Tem Com Que Me Pague, Não Me Deve Nada” é assinada pela Rosza Filmes, produtora independente sediada no Recôncavo da Bahia, fundada em 2011. A empresa atua no desenvolvimento de projetos audiovisuais e educacionais ligados ao cinema brasileiro.

ELO STUDIOS amplia distribuição de produções brasileiras

A distribuidora ELO STUDIOS, responsável pela circulação do longa, atua há 20 anos no mercado audiovisual brasileiro e reúne produções de ficção, animação e documentário. A empresa já distribuiu mais de 500 títulos para mais de 100 países.

Entre os projetos citados pela companhia estão os filmes “Medida Provisória”, dirigido por Lázaro Ramos, e “O Menino e o Mundo”, indicado ao Oscar. O catálogo da empresa inclui ainda produções para plataformas e canais como Globo, Disney+ e A&E.

Segundo informações divulgadas pela distribuidora, a ELO STUDIOS mantém parcerias com grupos como Globo, Sony, Paramount e Warner Bros., além de atuar em projetos de branded entertainment e coproduções audiovisuais.


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