A eleição para governador será decidida em segundo turno em seis estados e no Distrito Federal, totalizando sete unidades da Federação com disputa ainda em aberto após o primeiro turno, realizado no domingo (04/10/2026). Os eleitores de Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins voltarão às urnas no dia 25 de outubro para escolher os próximos governadores.
No Acre, a disputa será entre Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos). No Amazonas, os candidatos que permanecem na corrida são Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL). Já no Distrito Federal, a definição ficará entre Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT).
No Espírito Santo, os eleitores escolherão entre Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB). No Rio de Janeiro, a disputa será entre Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD). No Rio Grande do Norte, concorrem Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT). No Tocantins, a eleição será definida entre Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PP)****.
Segundo turno ocorre em 25/10/2026
O segundo turno das eleições de 2026 está marcado para o último domingo de outubro, em 25/10/2026. A votação será realizada nas sete unidades da Federação onde nenhum candidato alcançou, no primeiro turno, o resultado necessário para encerrar a disputa.
A nova votação será responsável por definir os governadores que comandarão os respectivos estados e o Distrito Federal no próximo período de governo. Em cada unidade, permanecem na disputa os dois candidatos que avançaram para a segunda etapa.
A configuração das disputas reúne candidatos de diferentes partidos e coligações, com presença de legendas como PP, Republicanos, PSD, PL, PT, MDB e União. O resultado do segundo turno definirá a composição dos governos estaduais e do governo distrital a partir de 2027.
Disputas permanecem abertas em sete unidades
No Acre, a segunda etapa terá Mailza Assis, do PP, e Alan Rick, do Republicanos. No Amazonas, Omar Aziz, do PSD, enfrentará Professora Maria do Carmo, do PL.
No Distrito Federal, Celina Leão, do PP, disputará o governo contra Leandro Grass, do PT. A capital federal integra a relação das unidades onde a escolha do chefe do Executivo não foi concluída no primeiro turno.
No Espírito Santo, os candidatos classificados são Lorenzo Pazolini, do Republicanos, e Ricardo Ferraço, do MDB. No Rio de Janeiro, Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD, disputarão a segunda votação.
Norte e Sudeste concentram parte das disputas
O Rio Grande do Norte terá Allyson Bezerra, do União, e Cadu de Lula, do PT, na segunda etapa. No Tocantins, a disputa será entre Professora Dorinha, do União, e Vicentinho Júnior, do PP.
A distribuição das sete disputas envolve unidades das regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste. Acre, Amazonas e Tocantins estão na Região Norte; Espírito Santo e Rio de Janeiro pertencem ao Sudeste; e o Distrito Federal está localizado no Centro-Oeste.
O segundo turno, portanto, definirá sete governos entre candidatos que avançaram da primeira votação. A eleição em cada unidade será encerrada após a apuração dos votos do dia 25/10/2026.
Número de segundos turnos é o menor desde a redemocratização
Segundo os dados apresentados no levantamento, sete unidades da Federação chegaram ao segundo turno em 2026, número apontado como o menor registrado desde a redemocratização brasileira.
O levantamento compara o cenário de 2026 com eleições anteriores. Em 2010, nove estados tiveram disputas para governador decididas em segundo turno, enquanto em 2006 houve dez governadores eleitos ainda no primeiro turno.
A comparação indica uma redução no número de disputas estaduais e distrital que permaneceram abertas após a primeira votação. Em 2026, os eleitores de seis estados e do Distrito Federal precisarão retornar às urnas para concluir a escolha dos governadores.
*Com informações da Agência Senado.








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