O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comemorou a aprovação, por unanimidade, no Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, apresentada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em manifestação nas redes sociais, o chefe do Executivo baiano destacou a importância da integração entre as forças de segurança das diferentes esferas de governo para ampliar o enfrentamento ao crime organizado.
Jerônimo classificou a aprovação da proposta como uma conquista para a população brasileira e afirmou que a medida representa um avanço na estruturação das políticas de segurança pública. Entre os pontos destacados pelo governador estão o fortalecimento da atuação conjunta das forças policiais, a ampliação da garantia de recursos para o setor e o endurecimento das regras aplicáveis aos integrantes de organizações criminosas.
Ao comentar a proposta, o governador ressaltou que o enfrentamento às facções criminosas exige cooperação entre os governos federal, estaduais e municipais.
“Nenhum estado vence o crime organizado sozinho”, declarou, ao defender uma estratégia articulada para combater a criminalidade e ampliar a proteção da população.
Jerônimo defende atuação conjunta contra o crime organizado
Na avaliação do governador, a integração institucional é um dos elementos necessários para melhorar a capacidade de resposta do poder público diante da atuação de organizações criminosas. A proposta aprovada pelo Senado busca fortalecer a articulação nacional das políticas de segurança e estabelecer mecanismos de cooperação entre as diferentes esferas administrativas.
Jerônimo destacou que o combate às facções não deve ficar restrito às iniciativas isoladas dos governos estaduais. A atuação coordenada, segundo a manifestação do governador, permite reunir estruturas, recursos e estratégias para enfrentar grupos criminosos que operam em diferentes regiões do país.
O chefe do Executivo baiano também associou a aprovação da PEC à necessidade de ampliar a capacidade de atuação das instituições responsáveis pela segurança pública, com medidas voltadas à prevenção, investigação e repressão das atividades criminosas.
Ministério da Segurança Pública integra proposta de coordenação nacional
Na publicação, Jerônimo Rodrigues também destacou a intenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de criar o Ministério da Segurança Pública, com a finalidade de reforçar a coordenação nacional das políticas de enfrentamento à criminalidade.
A proposta de criação da pasta foi mencionada pelo governador como parte da estratégia de fortalecimento da articulação entre os órgãos responsáveis pela segurança no Brasil. A iniciativa busca ampliar a capacidade de coordenação federal e estabelecer maior integração com os estados e municípios.
Jerônimo relacionou essas medidas à necessidade de oferecer mais segurança à população baiana e brasileira. O governador reafirmou que o enfrentamento às organizações criminosas constitui uma prioridade de sua administração e defendeu a adoção de instrumentos que ampliem a proteção dos cidadãos.
Governador reafirma compromisso com a segurança na Bahia
Ao comentar os objetivos da política de segurança pública, Jerônimo afirmou que a proteção das famílias deve orientar as ações do poder público.
“Garantir mais tranquilidade para as famílias baianas e brasileiras é um compromisso permanente”, declarou.
O governador também defendeu a aplicação de punições mais rigorosas aos integrantes de organizações criminosas e medidas destinadas a ampliar a proteção da população. Em sua manifestação, resumiu a posição com a declaração: “Para o cidadão, proteção. Para o bandido, prisão.”
A manifestação de Jerônimo ocorre no contexto das discussões nacionais sobre o fortalecimento das políticas de segurança pública e a necessidade de ampliar a cooperação entre as instituições responsáveis pelo enfrentamento à criminalidade.
A aprovação da PEC no Senado, segundo o governador, representa um passo na construção de uma estratégia nacional integrada. A implementação das medidas e seus efeitos dependerão dos instrumentos institucionais previstos na proposta e de sua efetiva aplicação pelos entes federativos.








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