O empresário norte-americano Elon Musk, conhecido como CEO de empresas como SpaceX e Starlink, emitiu um comunicado esclarecendo que não ordenou a desativação do sistema de comunicação Starlink para evitar um possível ataque furtivo com drones submarinos da Ucrânia contra uma frota naval russa próxima à Crimeia.
Elon Musk utilizou a rede social X (antigo Twitter) para fazer a declaração na última quinta-feira (07/09/2023). Em suas palavras, ele enfatizou:
“As regiões em questão da Starlink não foram ativadas. A SpaceX não desativou nada.”
O esclarecimento surge em resposta a trechos divulgados pela mídia americana da próxima biografia de Musk, escrita pelo renomado autor Walter Isaacson. De acordo com o livro, Musk teria manifestado preocupação com a possibilidade de um “pequeno Pearl Harbor” em conversas com autoridades russas e americanas de alto escalão, incluindo o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan.
Musk também enfatizou que a Starlink não foi projetada para envolvimento em conflitos bélicos. Ele afirmou:
“A Starlink não foi concebida para estar envolvida em guerras. Foi projetada para permitir que as pessoas assistam à Netflix, relaxem, estudem online e realizem atividades pacíficas e benéficas, não ataques com drones.”
Esta explicação de Musk surge meses após sua declaração em fevereiro, quando ele anunciou que as Forças Armadas ucranianas não estariam autorizadas a utilizar os serviços da Starlink para fins militares, reiterando que o sistema se destinava exclusivamente a terminais comerciais.
O esclarecimento do empresário busca afastar quaisquer dúvidas sobre seu envolvimento na questão geopolítica envolvendo a Ucrânia e a Rússia e reforça o compromisso da Starlink com fins civis e pacíficos.
*Com informações da Sputnik News.











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