A Organização Mundial da Saúde (OMS) reportou que hospitais e infraestruturas médicas cruciais em Gaza e na Cisjordânia foram alvo de quase 600 ataques desde o início do conflito, resultando em pelo menos 613 mortes nas instalações de saúde nos Territórios Palestinos Ocupados. A OMS destaca uma “tripla ameaça mortal” para as crianças, marcada pelo aumento de doenças, queda nas taxas de nutrição e escalada de confrontos.
O Fundo da ONU para a Infância (Unicef) também expressa preocupação com o aumento de casos de diarreia, atingindo 3,2 mil novos casos por dia. A falta de acesso para a entrega de ajuda humanitária preocupa a comunidade internacional, enquanto a Faixa de Gaza enfrenta persistentes ataques aéreos israelenses e lançamentos de foguetes de Gaza em direção a Israel. A situação humanitária piora, com áreas críticas sem receber assistência urgente há três dias.
O Escritório da ONU de Assistência Humanitária (Ocha) destaca agravamento da situação para os mais de 1,9 milhão de deslocados, citando “atrasos e recusas” associados ao conflito ativo. Há apelos urgentes para fornecer acesso seguro a áreas críticas e garantir a entrega de medicamentos e alimentos essenciais.
Enquanto a comunidade humanitária enfrenta obstáculos físicos e administrativos para operar comboios de ajuda, a Faixa de Gaza aguarda possíveis negociações sobre o acolhimento de civis em países terceiros. A Unrwa destaca que quase 1,4 milhões de pessoas estão abrigadas em 155 instalações, mas a falta de itens essenciais, incluindo roupas infantis e absorventes, persiste nos mercados locais.








Deixe um comentário