O chefe de ajuda humanitária da ONU, Martin Griffiths, alertou em uma sessão do Conselho de Segurança sobre o Oriente Médio que o conflito em andamento desde 7 de outubro de 2023 pode deixar uma “marca permanente na humanidade” se a violência persistir. Ele destacou a falta de consideração pelos impactos nos civis em Israel e nos Territórios Palestinos Ocupados, apontando para o deslocamento forçado de 1,9 milhão de civis em Gaza, representando 85% da população.
Griffiths ressaltou a urgência de um cessar-fogo, solicitando medidas imediatas para encerrar a guerra. Além disso, ele expressou sua preocupação com a dificuldade na entrada de comboios de ajuda, citando isso como uma falta de respeito pelo sistema humanitário. A sessão também abordou episódios recentes de violência ao longo da fronteira entre Israel e Líbano, assim como ataques no Iêmen, relacionados aos eventos em Gaza.
A secretária-geral assistente do escritório de direitos humanos da ONU, Ilze Brands Kehris, destacou a necessidade de responsabilização pelos ataques terroristas contra civis israelenses e abordou o aumento dramático da violência na Cisjordânia. Ela sublinhou a importância imediata de um cessar-fogo e a libertação incondicional de reféns para uma solução duradoura.
*Com informações da ONU News.








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