Desde a estreia do vôlei de praia nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, o Brasil solidificou sua posição como potência na modalidade. Com exceção de Tóquio 2020, a nação verde e amarela esteve presente no pódio em todas as edições, acumulando um total de 13 medalhas, liderando o ranking olímpico nesta categoria. A atleta Barbara Seixas, medalhista de prata na Rio 2016, compartilha as expectativas e a pressão pela busca do ouro, ressaltando que a pressão faz parte do esporte de alto rendimento.
Um total de 96 atletas competirão nas partidas de vôlei de praia durante os Jogos Olímpicos de Paris, entre 27 de julho e 10 de agosto de 2024. Atletas como Pedro Solberg expressam a dimensão do sonho olímpico, considerando a medalha como a realização de um anseio de infância. Desde fevereiro, os atletas participam de torneios do circuito mundial, acumulando pontos essenciais para o ranking, crucial para a obtenção de vagas nas Olimpíadas. A dupla brasileira Duda e Ana Patrícia, vencedora do torneio Elite 16 de Paris em outubro, demonstra preparo e confiança para enfrentar o desafio olímpico, mesmo com a mudança do cenário para a Arena no Campo de Marte, próxima à Torre Eiffel.
O supervisor técnico do vôlei de praia do Brasil, Leandro Andreão, projeta otimismo para Paris 2024, com expectativas de pelo menos duas duplas brasileiras em cada gênero. O treinador Lucas Mota Palermo, que acompanhou vitórias importantes, destaca o trabalho contínuo da equipe. A França, país-sede, já tem vaga garantida, enquanto o Brasil se prepara para um evento que promete ser fantástico, com atletas motivados e animados para o próximo ano.
*Com informações da RFI.








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