Diante das persistentes chuvas nos últimos dias de janeiro de 2024 em Feira de Santana, a Embasa emite um alerta à população, ressaltando a importância de manter práticas corretas para o uso da rede coletora de esgoto. A principal orientação da Embasa é evitar o direcionamento de águas pluviais e resíduos sólidos para as redes coletoras, além de desaconselhar a abertura das tampas das estruturas de inspeção da rede de esgoto durante alagamentos causados pelas chuvas.
O gerente regional da Embasa em Feira de Santana, Raimundo Neto, enfatiza que o aumento no volume de esgoto durante o período chuvoso resulta de interligações inadequadas de águas pluviais e da abertura indevida de tampas durante alagamentos. No último fim de semana, aproximadamente 300 solicitações de desobstrução da rede de esgoto foram registradas no município, revelando um expressivo acúmulo de água de chuva, areia, pedras e lixo nas inspeções. Bairros como George Américo e Queimadinha apresentaram o maior número de ocorrências.
Raimundo Neto destaca a necessidade de compreender a distinção entre a rede de esgoto e a rede de drenagem pluvial, esta última de responsabilidade das prefeituras municipais. Enquanto a rede de esgoto coleta exclusivamente resíduos domésticos, a rede de drenagem é destinada ao escoamento de água de chuva. O gerente salienta que a confusão entre essas redes resulta em práticas inadequadas, sendo uma das principais causas de obstruções e extravasamentos nas vias públicas.
É fundamental que a população identifique as diferenças entre a rede de drenagem pluvial e a rede coletora de esgoto. As bocas de lobo, pertencentes à rede de drenagem, têm formato retangular e ficam paralelas ao meio-fio, enquanto as tampas da rede de esgoto, localizadas no centro das ruas e identificadas pela Embasa, não devem ser abertas para escoar água de chuva.











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