A Justiça recebeu neste mês de fevereiro de 2025 a denúncia do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) contra quatro pessoas envolvidas em tentativas de obstruir investigações sobre um grupo miliciano com atuação na região de Feira de Santana. A ação, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), resultou na “Operação Patrocínio Indigno”, deflagrada em novembro de 2024. Entre os denunciados estão Filipe dos Anjos Santana, Iggo César Barbosa, Ioná Santos Silva e Jackson Macedo Araújo Júnior. Um dos investigados é advogado de um dos presos na “Operação El Patrón”.
A “Operação Patrocínio Indigno” é um desdobramento da “Operação El Patrón”, realizada em dezembro de 2023, que desarticulou um grupo criminoso acusado de envolvimento em crimes como lavagem de dinheiro oriundo do jogo do bicho, agiotagem e receptação qualificada. Durante as investigações posteriores à deflagração da “El Patrón”, foram reunidas provas indicando que um dos presos, seu advogado e sua esposa teriam destruído evidências digitais relacionadas aos crimes investigados.
A “Operação El Patrón” é conduzida por meio de uma integração entre o MPBA, por meio do Gaeco, a Polícia Federal, a Receita Federal e a Secretaria de Segurança Pública, por meio da Força Correcional Especial Integrada da Corregedoria-Geral (Force). A investigação revelou uma estrutura criminosa complexa, envolvendo atividades ilegais e tentativa de encobrir provas que poderiam comprometer os envolvidos.








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