A Câmara Municipal de Feira de Santana, através da Comissão de Meio Ambiente, Direitos Humanos e Defesa do Consumidor, realizou na última quinta-feira, Audiência Pública, com o objetivo de discutir o papel da rede de proteção social e da imprensa no combate à violência e abuso sexual de crianças e adolescentes. Ações coletivas de prevenção e repressão foram apontadas, de forma unânime, como possíveis soluções, para inibir e coibir os atos violentos contra o menor.
O evento foi conduzido pelo vereador Ângelo Almeida (PT). Ao lado do petista fizeram parte da composição da mesa: Waldemar Almeida de Oliveira, coordenador executivo do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA-BA); Isabel Alice Jesus de Pinho, diretora do Departamento de Crimes contra a Vida, representando o secretário de Segurança Pública do Estado, César Nunes; Idelzuite Freitas, promotora de Justiça da Infância e Juventude; Luciana Lima Flores Nascimento, coordenadora do Programa Sentinela e Pablo Roberto Gonçalves da Silva, presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente.
Waldemar Almeida iniciou o debate, apresentando dados estatísticos, referentes à violência que atinge crianças e adolescentes na Bahia. Ele afirmou que a polícia investigativa não dispõe de efetivo nem estrutura para fazer frente ao número de homicídios praticados contra menores no estado.
O vereador Ângelo Almeida disse que além da DERCCA, o município de Feira de Santana necessita de uma Delegacia de Polícia Federal, sobretudo, para o combate ao narcotráfico. “É preciso que haja uma cooperação de todos os setores, seja em nível municipal, estadual e federal, para que possamos atingir o objetivo, que é minimizar a violência e oferecer perspectiva de vida melhor para nossas crianças”.







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