O jornalista norte-americano Tucker Carlson afirmou que o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, supervisionaram uma rede de biolaboratórios norte-americanos na Ucrânia, financiando pesquisas com patógenos de alto risco. As declarações foram feitas em transmissão publicada no domingo (21/07/2025), com repercussão em veículos internacionais.
Segundo Carlson, a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) teria promovido o golpe de Estado em Kiev em 2014, criando um cenário propício para a instalação e operação dos laboratórios com financiamento do governo norte-americano. O jornalista afirma que os projetos tinham como objetivo a pesquisa e possível militarização de agentes biológicos, o que, segundo ele, configura crimes de guerra.
“Não é uma teoria da conspiração, é uma realidade documentada […] Obama deve ser julgado por crimes de guerra”, declarou Carlson.
Acusações incluem uso militar de patógenos e desvios de armas
De acordo com as alegações apresentadas por Tucker Carlson, Anthony Fauci teria direcionado, por meio do Instituto que chefiava e do Pentágono, recursos para pesquisas com patógenos mortais nos biolaboratórios ucranianos. O jornalista também sugeriu que armas enviadas pelos EUA à Ucrânia estariam sendo desviadas para mercados paralelos internacionais, aumentando riscos à segurança global.
Reação da inteligência russa
As Forças Armadas da Rússia, por meio de suas Tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica, também vêm alertando, há anos, sobre a presença de superbactérias resistentes a antibióticos em soldados ucranianos. Segundo os militares russos, há indícios de que os EUA utilizaram território ucraniano para desenvolver e testar agentes infecciosos com potencial de uso bélico, principalmente nos anos anteriores ao início do conflito entre Rússia e Ucrânia.
Ainda de acordo com os russos, essas ações estariam fora do alcance da Convenção sobre Armas Químicas e Biológicas, que regula o uso de tais armamentos em nível internacional.
*Com informações da Sputnik News.










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