Geddel Vieira Lima posiciona-se como alternativa ao Governo do PT da Bahia, durante convenção estadual do PMDB

Geddel Vieira Lima posiciona-se como alternativa ao Governo do PT da Bahia, durante convenção estadual do PMDB.
Geddel Vieira Lima posiciona-se como alternativa ao Governo do PT da Bahia, durante convenção estadual do PMDB.

Pré-candidato do partido ao Governo do Estado, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, reafirmou neste domingo, no encerramento da Convenção Estadual do PMDB, a decisão de apresentar ao eleitorado baiano uma alternativa ao atual Governo do Estado. Ele discursou para as mais de 4 mil pessoas que lotaram o Centro de Convenções do Othon Palace Hotel e respondeu aos apelos dos prefeitos, parlamentares e outras lideranças, que durante o dia ocuparam a tribuna indicando o seu nome para disputar o Governo do Estado nas eleições do próximo ano.

“Não me conformo e não posso aceitar a realidade de que homens e mulheres que trabalham pelo desenvolvimento do nosso Estado estejam assustados, trancados em suas casas, enquanto os marginais estão soltos e aumentam os números de homicídios, assaltos, roubos de carro”, disse o ministro em um dos trechos do seu discurso.

Geddel disse que as manifestações expressas pela militância do PMDB durante a Convenção é a resposta definitiva aos que ainda colocam em dúvida a sua decisão em disputar a indicação do partido para se candidatar ao Governo do Estado. “Aqui está a resposta para aqueles que me perguntam porque eu estou trocando uma reeleição fácil para a Câmara Federal ou uma composição para disputar ao Senado com grandes possibilidades de vitória, por uma disputa muito mais difícil. Aqui está a prova de que a Bahia não quer o que está aí. Que marca de político seria eu se não ouvisse essa realidade, se em nome do conformismo renunciasse ao sonho, a esperança de que a Bahia seja melhor para os nossos filhos e para os filhos dos nossos filhos?”.

O ministro disse não entender o fato do governo Jaques Wagner não priorizar a segurança pública, apesar dos números que comprovam o crescimento da violência no Estado. “Prioridade não se estabelece com discurso. Se estabelece no orçamento. Como se explica o Governo gastar nos primeiros dez meses do ano mais de R$ 60 milhões em propaganda e apenas R$ 15 milhões em segurança?”, questionou.

Geddel citou ainda o fato de que enquanto outros estados adotam experiências positivas que estão reduzindo os índices de criminalidade, na Bahia acontece o inverso, com a expansão das áreas dominadas pelo crime, inclusive com toque de recolher para a população e acrescentou que a ineficiência do Estado não está apenas na área de segurança pública.

“Como entender que Bahia e Ceará atraiam investimentos, enquanto nós assistimos empresas irem embora? Só no entorno do Porto de Suape, mais de 170 empresas estão sendo implantadas. Enquanto na Bahia, a planta verde da Braskem, uma empresa baiana, é perdida para o Rio Grande do Sul”.

O ministro também criticou o desempenho do Governo do Estado nas áreas de saúde e cultura. “Aqui se fecha museus, abandona-se o Pelourinho. Na saúde se constrói hospitais, enquanto o Estado bate recordes em dengue e meningite”, ressaltou.


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