Vista aérea CD do O Boticário, em São Gonçalo dos Campos, as margens da BR 101. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Vista aérea do CD do O Boticário, em São Gonçalo dos Campos, as margens da BR 101. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)Vista aérea CD do O Boticário, em São Gonçalo dos Campos, as margens da BR 101. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)Vista aérea das terras no entorno do CD do O Boticário, em São Gonçalo dos Campos. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
A Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos do Estado da Bahia (SEI) concluiu, ontem (03/10/2013), as análises sobre os limites territoriais entre São Gonçalo dos Campos e Feira de Santana. Conforme relatório produzido pelo órgão, a terra onde está sendo erguido o Centro de Destruição do Grupo O Boticário, na BR 101, pertence ao município de São Gonçalo.
A SEI também concluiu que também pertencem à São Gonçalo as localidades de São João, Boa Hora, Parque Viver, Cristóvão e Tapera, além dos terrenos onde foram edificados a fábrica da Gujão e a empresa de transportes Transoares. Enquanto as localidades de Alameda, Fraternidade 1 e 2 e Tomba, pertencem ao município de Feira de Santana.
O prefeito de São Gonçalo, Antônio Dessa Cardozo (Furão, PSD), afirmou que o resultado foi muito positivo para o município. “Com relação a instalação do CD do O Boticário, desde e o começo, realizamos um trabalho com muita seriedade e profissionalismo, com muito compromisso com o povo e com os empresários investidores. Então, sempre acreditamos que o direito do povo de São Gonçalo à terra e ao negócios seriam preservados. Também ficamos satisfeitos em determinar, definitivamente, os limites entre o nosso município e Feira de Santana. Isto é um legado que a nossa administração deixa para as futuras gerações de são-gonçalenses.”, declara.
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Confira imagens aéreas exclusivas do CD do O Boticário e das terras do entorno, produzidas pelo jornalista Carlos Augusto.
Carlos Augusto é Mestre em Ciências Sociais, com área de concentração em Cultura, Desigualdades e Desenvolvimento, pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais (PPGCS) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). É Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Faculdade de Ensino Superior da Cidade de Feira de Santana (FAESF/UNEF) e ex-aluno especial do Programa de Doutorado em Sociologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como jornalista e cientista social, sendo filiado à Federação Internacional de Jornalistas (FIJ – Registro nº 14.405), à Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ – Registro nº 4.518) e à Associação Bahiana de Imprensa (ABI-BA). É diretor e editor do Jornal Grande Bahia (JGB). Integra a Maçonaria regular, exercendo o cargo de Mestre Instalado da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Maçônica ∴ Harmonia, Luz e Sigilo, nº 46.
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