Polícia Federal deflagra Operação Vulcano contra fraudes na Campanha do Desarmamento e prende pessoa em Feira de Santana

Suspeitos foram detidos e levados para a sede do porto da Polícia Federal em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Suspeitos foram detidos e levados para a sede do porto da Polícia Federal em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Suspeitos foram detidos e levados para a sede do porto da Polícia Federal em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)
Suspeitos foram detidos e levados para a sede do posto da Polícia Federal em Feira de Santana. (Foto: Carlos Augusto | Jornal Grande Bahia)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (28/11/2013) a Operação Vulcano, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por praticar fraudes contra o programa federal denominado Campanha do Desarmamento, em Feira de Santana.

Ao todo estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, seis mandados de prisão temporária e cinco mandados de condução coercitiva, nas cidades de Feira de Santana, Cícero Dantas, Antas e Fortaleza, todos expedidos pela 2ª Vara Federal de Feira de Santana.

A investigação teve início com base em notícia criminal remetida à Superintendência Regional da Policia Federal na Bahia pela Divisão Nacional de Armas do Departamento de Policia Federal, em Brasília – DF, com base em documento encaminhado pela SENASP – Secretaria Nacional de Segurança Pública.

A fraude investigada consistia na inserção fraudulenta de dados de armas inexistentes no sistema DESARMA, bem como o cadastramento de armas artesanais como se fossem de fabricação industrial, a fim de gerar guias de pagamento que podiam variar de R$ 150,00 a R$ 400,00, o que causou prejuízo à União no valor aproximado de R$ 1,3 milhão.

Durante a investigação, apurou-se que das  8.800 armas de fogo que geraram indenizações no sistema DESARMA, 4.000 armas não existiam e outras 4.400 eram de fabricação artesanal, não dando ensejo a qualquer tipo de pagamento nos termos da legislação federal em vigor.

Apurou-se que o núcleo criminoso responsável pela fraude era constituído pelo coordenador nacional de uma ONG, e por voluntários que atuavam em Feira de Santana – BA, além de outros Estados da Federação.

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