França e Alemanha desaconselham uso do Internet Explorer

França e Alemanha advertem que lacunas de segurança no Internet Explorer permitem introduzir código malicioso no computador. Governos recomendam que navegador da Microsoft não seja usado até a correção da falha.

Após o Departamento de Segurança de Informações Técnicas da Alemanha (BSI) ter emitido, na semana passada, recomendação para não usar o Internet Explorer – o navegador da gigante norte-americana Microsoft – o governo francês publicou recomendação semelhante, nesta segunda-feira (18/01/2010), no site de um centro governamental de especialistas em ataques de internet.

Na Alemanha, o BSI alertou na última sexta-feira que lacunas de segurança no Internet Explorer permitem a hackers introduzir, através de uma página de internet manipulada, um código malicioso num computador com o sistema operacional Windows.

A falha de segurança foi provavelmente aproveitada para os recentes ataques de hackers na China contra a Google e outras empresas, confirmou a Microsoft.

Mozilla Firefox 3 ultrapassa Internet Explorer

O BSI recomendou que o navegador Internet Explorer deixasse de ser usado até que a falha de segurança fosse corrigida. Foram atingidas as versões 6, 7 e 8 do navegador e os sistemas operacionais XP, Vista e Windows 7. Até o momento, os danos ainda estão sob controle e somente poucos consumidores devem ter sido atingidos, disse a Microsoft. A empresa trabalha agora na correção do problema.

Segundo pesquisa da empresa de pesquisa de mercado Fittkau &, no ano passado, o Internet Explorer deixou de ser o navegador mais usado na Alemanha. Ele foi ultrapassado pelo Mozilla Firefox 3, que teve uma parcela de mercado de 45,6%. Após anos à frente da preferência dos usuários alemães, o Internet Explorer da Microsoft deteve somente uma parcela de mercado de 44,4% em 2009.

Neste final de semana, a Google desmentiu o anúncio de blogueiros chineses e da mídia do país de que estaria se retirando da China. A ameaça havia sido feita após ataques maciços contra a empresa, nos quais foram introduzidos programas espiões nos seus computadores da empresa.


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