
Embora não seja muito afeito a conceder entrevistas e manter uma prudente distância da imprensa o vice-prefeito de Feira de Santana, Paulo Aquino, falou para o JGB sobre as suas impressões políticas. Dentre muitas observações interessantes, destaque para o fato de que ele não descarta a possibilidade de vir a concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa.
JGB – A veiculação da mensagem de fim de ano em out door, espalhados pela cidade, dirigida aos feirenses significa que o senhor é candidato a deputado estadual?
PA – Absolutamente, a ideia da mensagem foi uma forma que encontrei para retribuir o carinho que recebi de nosso povo e aproveitei a ocasião para desejar a todos boas festas.
JGB – No ano passado (2009) não houve, de sua parte, nenhuma manifestação neste sentido. Não é curioso que tal atitude tenha ocorrido justamente em um ano eleitoral?
PA- Eu me encontrava a cerca de 20 anos afastado da vida política em Feira. Tendo retornado à atividade há pouco mais de um ano me senti na obrigação, repito, de retribuir o carinho que tenho recebido dos feirenses de forma indistinta.
JGB – O senhor tem sido visto constantemente em companhia do ex-prefeito José Ronaldo circulando por vários municípios baianos. Como define este seu comportamento?
PA – Quero salientar que para mim é um privilégio estar em companhia do ex-prefeito que um amigo de longas datas, desde os tempo de faculdade. Sempre tivemos conversas muito pontuais a respeito da política. Temos viajado muito e se depender de mim, estas viagens vão continuar acontecendo. É muito gratificante para nós feirenses ver o reconhecimento do povo baiano ao trabalho que foi realizado pelo ex-prefeito José Ronaldo.
JGB – O vice-prefeito Paulo Aquino é ou não candidato a deputado estadual?
PA – O que posso adiantar é que neste momento estou preocupado em desenvolver a minha atividade como vice-prefeito e ajudar, no quer for possível, o prefeito Tarcízio Pimenta. Entretanto não posso esconder o fato de que existe um movimento através de manifestações de parentes , amigos e conhecidos. Todos eles cobram com muita insistência uma resposta neste sentido. Neste momento não existe nenhum compromisso, mas quem sabe o que reserva o futuro?
JGB – O ex-prefeito José Ronaldo tem se apresentado na imprensa como pré-candidato ao Senado Federal. Como o senhor avalia esta possibilidade?
PA – O que posso dizer é que a presença de José Ronaldo nesse processo eleitoral não se restringe a eleição a qualquer cargo. Entendo que a presença dele em qualquer chapa será de grande ajuda.
JGB – Qual a sua avaliação sobre o governo Wagner nas ações desenvolvidas especificamente em Feira de Santana?
PA – Feira de Santana é uma cidade de 600 mil habitantes. Estamos saindo de um processo de oito anos de governo de José Ronaldo que foi responsável pela realização de um volume imenso de obras. O atual governo de Tarcízio Pimenta tem mantido o ritimo e caminhado neste mesmo sentido. Eu acredito que o município de Feira poderia ser, por parte de Wagner, melhor contemplado.
JGB – Como o senhor avalia a atuação do governo Wagner na Bahia?
PA – O que eu posso dizer é que tenho viajado muito pelo interior do Estado e a nossa maior preocupação atualmente, é fazer chegar ao nosso povo a mensagem de que nós estamos empenhados em contribuir para que o baiano possa voltar a respirar aquela satisfação que teve no governo passado.
*Com informações de Carlos Augusto e Sérgio Jones
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