Em frente à OAB, manifestantes pedem que exame não seja anulado

Um grupo de oito bacharéis de direito pede em frente à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que o exame da ordem não seja anulado. No último dia 28 de fevereiro de 2010, um candidato foi flagrado com as respostas de cinco questões na cidade de Osasco, em São Paulo, antes da realização da segunda fase da prova prática de direito penal que faz parte do exame.

O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, e os presidentes das seccionais estão reunidos agora para decidir quais medidas tomarão em relação ao caso. Com a descoberta da irregularidade, a OAB em São Paulo suspendeu a correção da prova e a divulgação dos resultados.

“Queremos exercer a profissão, entrar no mercado de trabalho. Não é justo sermos penalizados por um ato isolado”, disse a candidata Ana Carolina Borges, que participa do manifesto. Os recém-formados em direito só podem exercer a profissão se conseguirem a aprovação no exame.

A Superintendência da Polícia Federal em São Paulo vai investigar o suposto vazamento da prova, a pedido do presidente nacional da OAB. O candidato estava com as respostas escritas em um folha de papel escondida em um livro de consulta. Ele foi retirado da sala de prova, mas não revelou como conseguiu as informações.


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