Ao comentar crise política, vice-presidente Michel Temer diz que não apaga “incêndio com gasolina”

Na avaliação de Michel Temer, oposição deve pautar-se por questões de mérito e não apenas porque perdeu a eleição.
Na avaliação de Michel Temer, oposição deve pautar-se por questões de mérito e não apenas porque perdeu a eleição.
Na avaliação de Michel Temer, oposição deve pautar-se por questões de mérito e não apenas porque perdeu a eleição.
Na avaliação de Michel Temer, oposição deve pautar-se por questões de mérito e não apenas porque perdeu a eleição.

O vice-presidente e articulador político do governo Michel Temer disse hoje (21/07/2015) que os partidos de oposição não devem ser contrários ao governo apenas porque perderam a eleição.

“[Os partidos] devem opor-se com uma questão de mérito, não é se opor simplesmente porque perdeu a eleição. No Brasil sempre foi assim. Quem perdeu a eleição acha que tem que contestar. O sistema jurídico impõe que a oposição fiscalize, observe, contrarie. Os que são oposição hoje foram situação no passado e poderão vir a ser situação no futuro”, destacou.

Em seu segundo dia de palestras em Nova York, Temer falou na American Bar Association, seção da Ordem dos Advogados, sobre os desafios institucionais e a coordenação política no Brasil. O vice-presidente lembrou ter assumido a articulação política em um momento “um pouco complicado” da economia brasileira. “A coordenação política requer construir as condições para a governabilidade e implica diálogo com o objetivo de ouvir demandas, acomodar interesses e somar contribuições. Não me peçam para apagar incêndio com gasolina. Eu apago incêndio com água”, afirmou Temer.

Após a palestra, perguntado sobre a crise política no país depois do anúncio do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de rompimento com o governo, Temer reafirmou que a divergência do parlamentar é de natureza pessoal e não representa a posição atual do partido. Temer é presidente do PMDB.

“Não significa uma crise institucional. Pode ocorrer que o PMDB resolva deixar o governo especialmente se, em 2018, pretender ter uma candidatura presidencial. Mas vai fazê-lo singelamente, suavemente, como uma questão política e não uma questão de atrito pessoal”, afirmou.


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