Circuito da Dança ocupa praças públicas da Capital Baiana

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Idealizado pela Cia. de Dança Robson Correia, o Circuito da Dança leva dois espetáculos para dez praças de Salvador, este mês e em novembro, oferecendo às comunidades de bairros populares acesso gratuito a produções de dança contemporânea. São o infantil Triscou, Pegou!, uma viagem ao colorido e fantástico mundo das tradições de brincadeiras, e o adulto Almejo, que explora cenicamente as reações da desidratação e representa o universo hostil que maltrata o povo sertanejo. As apresentações começam às 16h. O projeto é apoiado pelo Fundo de Cultura da Bahia (FCBA), da Secretaria de Cultura do Estado (Secult).
O Circuito da Dança estreou no dia 7, no Largo do Papagaio, e já passou por Abaeté, em Itapuã, e pela Praça São Braz, em Plataforma. Nas próximas quinta e sexta-feira (21/10/2010) vai ao Pelourinho (Cruzeiro de São Francisco). Nos dias 28 e 29, à Praça da Sé, no Centro Histórico, e nos dias 30 e 31, à Praça da Revolução, em Periperi, no Subúrbio Ferroviário.
Em novembro, o Circuito estará na Praça do Campo Grande (4/11 e 5/11), Praça da Soledade, na Lapinha (6/11 e 7/11), Plano Inclinado da Liberdade (13/11 e 14/11), e Praça do Parquinho, em Tancredo Neves (20/11 e 21/11).
Com coreografias baseadas na cultura popular, a proposta da Cia. de Dança, formada em 2004, é apresentar um trabalho artístico-performático, convidando o público a refletir sobre as temáticas sociais evidenciadas em cada uma das obras. “Nosso intuito é levar para as vias públicas atividades culturais, tendo como carro-chefe a dança atrelada a outras linguagens artísticas”, salienta o diretor do grupo, Robson Correia.
Ele também é diretor, coreógrafo e dançarino formado em 2008 pela Escola de Dança da Funceb. No currículo, sete coreografias montadas. Durante a permanência na Escola de Dança, buscou entender os mecanismos de apoio do Estado e pôs-se a investir em realizações. Atualmente está envolvido em 11 projetos contemplados por mecanismos de apoio da Funceb/Secult, entre os quais, Quarta que Dança 2007, com o espetáculo Triscou, Pegou!; Ação Artístico-Educativa em Dança 2007, com o projeto Corpo em Movimento; Quintas do Teatro 2008, com os espetáculos Embuchou, Casou! e Retalhos Populares; Quarta que Dança 2009, com o espetáculo Nac-Horuc, e Ninho Reis – Apoio à Circulação de Espetáculos de Dança 2009, com Triscou, Pegou!, levando o espetáculo para Irecê, Baixa Grande e Conceição do Jacuípe.

“Acredito na política de descentralização e diversidade que está sendo fomentada, e minhas propostas se baseiam neste sentido. Os editais estão permitindo que eu me desenvolva não só como artista, mas também enquanto gestor, e possibilitando que artistas iniciantes possam viver de seu trabalho e se estabelecer”, disse Robson.


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