
Conforme rumores que circulavam desde fevereiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento oficializou o rebaixamento do status da Ceplac (Comissão do Plano da Lavoura Cacaueira). A medida, publicada na edição desta sexta-feira (1º/03/2016) do Diário Oficial da União, é vista como grave retrocesso pelo deputado estadual Augusto Castro (PSDB).
No mês passado, o parlamentar foi um dos membros da Assembleia Legislativa que subscreveram um abaixo-assinado encaminhado à ministra da Agricultura, Kátia Abreu. O documento alertava a ministra para o impacto negativo do enfraquecimento da Ceplac, além de antecipar o temor de que o rebaixamento seria uma etapa da futura e definitiva extinção do órgão.
Para Augusto Castro, “os reflexos negativos se manifestam do ponto de vista econômico, científico, ambiental e social”. Segundo ele, a expectativa é de menos recursos para investimentos e pesquisas, além de desestímulo e possível perda de servidores altamente qualificados.
O deputado diz ainda que a cacauicultura sul-baiana vive um momento de recuperação, com a melhora significativa dos índices de produtividade, e – segundo ele – “em grande parte esses resultados devem ser atribuídos ao esforço dos técnicos e pesquisadores da Ceplac”. Para Augusto Castro, é incoerente que justo neste momento o governo federal, em vez de fortalecer, decida rebaixar o órgão que dá suporte à lavoura cacaueira.
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