Investigado pela Lava Jato que estava na China se entrega à Polícia Federal

Operação Resta Um foi o nome dado à operação policial brasileira deflagrada pela Polícia Federal, em 2 de agosto de 2016, que representou a 33ª fase da Operação Lava Jato. Foram presos na operação Ildefonso Colares Filho e Othon Zanoide, dois ex-executivos da Construtora Queiroz Galvão, que já haviam sido presos provisoriamente na sétima fase da Lava Jato, batizada de Juízo Final.
Operação Resta Um foi o nome dado à operação policial brasileira deflagrada pela Polícia Federal, em 2 de agosto de 2016, que representou a 33ª fase da Operação Lava Jato. Foram presos na operação Ildefonso Colares Filho e Othon Zanoide, dois ex-executivos da Construtora Queiroz Galvão, que já haviam sido presos provisoriamente na sétima fase da Lava Jato, batizada de Juízo Final.

O executivo Marcos Pereira Reis, ligado ao consórcio Qirp, se entregou na quinta-feira (05/08/2016) à Polícia Federal (PF) em Curitiba. A Justiça Federal havia expedido mandado de prisão temporária contra ele na terça-feira (2), durante a 33ª fase da Operação Lava Jato, mas o investigado estava na China.

Reis havia informado às autoridades que iria se entregar e que estava providenciando o retorno ao Brasil. Ele se apresentou no começo da tarde, pouco antes das 14h, na Superintendência da PF em Curitiba.

O executivo foi levado ao Instituto Médico Legal para fazer o exame de corpo de delito e, em seguida, prestou depoimento. Marcos Reis permanecerá no cárcere da PF por um período de cinco dias, contados a partir desta sexta-feira,  a menos que o juiz federal Sérgio Moro mude a prisão para preventiva (sem prazo para sair).

Operação

A 33ª fase da Operação Lava Jato teve como foco irregularidades cometidas pela Construtora Queiroz Galvão, a terceira em volume de contratos com a Petrobras. Denominada ‘Resta Um’, essa fase ter por objetivo investigar contratos para obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro e nas refinarias de Abreu e Lima (PE), do Vale do Paraíba (SP), Landulpho Alves (BA) e de Duque de Caxias (RJ).

Segundo a PF, a construtora integrava o chamado “cartel de empreiteiras”, com pagamentos de proprina sistemáticos a funcionários e diretores da Petrobras, assim como a partidos políticos.

A força-tarefa da Lava Jato também informou ter identificado indícios concretos de que executivos da construtora fizeram pagamentos em dinheiro para dificultar o andamento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras no Senado, em 2009.


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