Feira de Santana: vereador cobra melhorias nos bairros Asa Branca e George Américo

Alberto Nery: na Rua Braço Forte, localizada no bairro Asa Branca, o que mais me chamou a atenção é o péssimo acesso.
Alberto Nery: na Rua Braço Forte, localizada no bairro Asa Branca, o que mais me chamou a atenção é o péssimo acesso.
Alberto Nery: na Rua Braço Forte, localizada no bairro Asa Branca, o que mais me chamou a atenção é o péssimo acesso.
Alberto Nery: na Rua Braço Forte, localizada no bairro Asa Branca, o que mais me chamou a atenção é o péssimo acesso.

No tempo do grande expediente, na sessão ordinária desta segunda-feira (11/09/2017), na Casa Legislativa de Feira de Santana, o vereador Alberto Nery (PT) voltou a explanar o relatório feito nos bairros Asa Branca e George Américo.

“Na escola em construção Norma Sueli, situada no bairro George Américo, foram colocados entulhos na calçada impedido o tráfego de pedestres, contrariando a Lei nº 2800/2007, que trata do direito de ir e vir das pessoas. Sem contar toda a sujeira que está exposta na rua. Na Rua Braço Forte, localizada no bairro Asa Branca, o que mais me chamou a atenção é o péssimo acesso, tanto para veículos quanto para pedestres. A rua não está asfaltada, tem lama na porta das casas, muito buraco com risco de atolamento e sem local para a espera de ônibus. Já na Estrada do Besouro, também no Asa Branca, não há manutenção nas ruas, muitos buracos e para sinalizar os moradores estão colocando troncos e não há local para espera de ônibus”, relatou Nery.

Para o edil, as assinaturas de pacotes de obras não passam de falácias. “Com tudo isso, vemos que não é verdade nada daquilo que o Município anuncia”, disse Nery.

Ônibus

Ainda no uso da tribuna, Nery repercutiu a entrevista que o prefeito José Ronaldo de Carvalho concedeu, na última sexta-feira (08), ao radialista Jorge Bianchi. “Ele disse que eu não fui inteligente quando denunciei que as empresas de transporte coletivo urbano estão tomando um prejuízo de R$ 400 mil por mês. Trouxe a denúncia a esta tribuna e pedi que fosse feita uma auditoria para constatar a legitimidade do fato, pois não quero que aconteça o que aconteceu com as empresas Princesinha e 18 de Setembro, que foram embora da nossa cidade dando um calote de mais de R$ 12 mil aos trabalhadores e Prefeitura”, pontuou.

Segundo o edil, os proprietários das empresas Rosa e São João estão à disposição para ajudar na realização desta auditoria. “Então, não sou inteligente quando denuncio esta situação? Estou preocupado e não quero que aconteça tudo novamente. Vamos levar esta denúncia ao Ministério Público. Queremos a verdade, pois não podemos permitir que os donos nas empresas aleguem que a situação não está boa e não façamos nada”, findou.


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