Procuradora-geral da República muda de ideia e pede que investigação do senador Aécio Neves seja ‘engavetada’

Raquel Elias Ferreira Dodge, procuradora-geral da República.
Raquel Elias Ferreira Dodge, procuradora-geral da República.
Raquel Elias Ferreira Dodge, procuradora-geral da República.
Raquel Elias Ferreira Dodge, procuradora-geral da República.

A “gaveta-geral” da República age mais uma vez. Na última quarta-feira (12/09/2018), a procuradora-geral Raquel Dodge pediu ao STF que seja arquivada um inquérito contra Aécio Neves. A investigação apura se o tucano atuou na ‘maquiagem’ dados do Banco Rural que foram utilizados na CPI dos Correios, em 2005. O objetivo, segundo a denúncia, seria esconder a participação dos tucanos no caso.

Para a chefe do Ministério Público Federal, não há provas o bastante para dar andamento ao processo. Mas essa visão era diferente há dois meses, quando a PGR recomendou que o caso voltasse à primeira instância.  Dodge disse na época que a PF considerou haver provas suficientes de que ele e o ex-governador Clésio Andrade ofereceram vantagem indevida ao senador Delcídio Amaral.

Esse processo se soma aos mais de quarenta casos envolvendo políticos que Raquel Dodge arquivou desde que assumiu a PGR, há cerca de um ano. Mas Aécio não teve muito tempo para comemorar: também na quarta, o MP de Minas Gerais reabriu a investigação sobre irregularidades no uso do aeroporto de Cláudio, no interior do estado.


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