
A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio P) elogiaram nesta quarta-feira (20/02/2019)) a proposta da reforma da Previdência,confiando que contribuirá para o crescimento econômico do país. Oito entidades sindicais promoveram um protesto na Praça da Sé, na capital paulista, criticando o texto.
Para a Febraban, a proposta busca justiça e garantir um efeito fiscal positivo e significativo nas contas dos governos federal, estaduais e municipais. “A mudança das regras atuais da Previdência é essencial para garantir o crescimento sustentado da economia e maior geração de empregos no país”, diz nota assinada pelo presidente da entidade, Murilo Portugal
Agilidade
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) disse que é fundamental aprovar as mudanças logo. “O aumento da expectativa de vida da população brasileira e a queda na taxa de natalidade, aliada ao crescente déficit na conta da previdência, tornam a reforma necessária e urgente para garantir a sustentabilidade do sistema para os futuros aposentados”, diz a nota da Fecomerciso-SP.
A entidade, destacou ainda que a reforma da Previdência deveria unificar as regras de todos os segmentos – privado, público e militares. A federação elogiou o fim da obrigatoriedade da multa na demissão dos empregados que já estiverem aposentados.
Críticas
Oito centrais sindicais de trabalhadores protestaram na quarta-feira (20) na Praça da Sé, no centro da capital paulista, contra a Reforma da Previdência. Para as entidades, a reforma não acaba com privilégios.
Participaram do ato Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Nova Central, Intersindical, Centra Sindical e Popular-Conlutas e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB)
Segundo os organizadores, o ato contou com a presença de aproximadamente, 10 mil pessoas. O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, disse que o movimento sindical irá intensificar a mobilização contra a reforma apresentada.
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