Nessa quarta-feira (07/07/2019), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, sobre as novas revelações veiculadas com a série de reportagens sobre ‘As mensagens secretas da Lava Jato (#VazaJato)’, oportunidade em que avaliou que Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública do Governo Bolsonaro e ex-juiz da 13º Vara Federal de Curitiba e o associado procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa do Caso Lava Jato não têm condições de atuar em funções de Estado,
Na entrevista, o ministro fez afirmações contundentes, afirmando que:
— Um consórcio de juízes e promotores construiu uma verdadeira Organização Criminosa (ORCRIM).
— O triste é que uma força-tarefa criada para combater o crime comece a praticar crime… estamos falando de coisas muito graves.
— É uma organização para combater o crime, mas é uma linguagem de criminoso, eles podem integrar qualquer organização criminosa. “Estamos fazendo algo ilegal, mas ninguém vai saber”.
— as corregedorias do TRF, esse aí do Rio Grande do Sul (TRF-4), CNJ (Conselho Nacional de Justiça), CJF (Conselho de Justiça Federal) e do MP (Ministério Público) têm que atuar, porque de fato se deixou um bando de irresponsáveis à solta cometendo crimes;
–Eles tem que explicar à população o que estavam fazendo. Não fomos nós que roubamos galinhas ontem, foram eles
ORCRIM
Observa-se que, de maneira precisa, o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes definiu os procuradores da República que atuam na força-tarefa do Caso Lava Jato como membros de uma sofisticada Organização Criminosa (ORCRIM), que age partidariamente, em busca de riqueza e poder pessoal. Na análise do membro do STF, Sérgio Moro, ministro da Justiça e Segurança Pública do Governo Bolsonaro e ex-juiz da 13º Vara Federal de Curitiba, em associação com Deltan Dallagnol, procurador da República e chefe da força-tarefa do Caso Lava Jato, são parte do esquema criminoso.
Confira vídeo
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