Informar, denunciar, cobrar, divertir e dar vez aos ouvintes. São múltiplas as funções desempenhadas pelo radialista, registrou nesta segunda-feira (21/09/2020), na Câmara Municipal, o vereador Roberto Tourinho (PSB). O dia 21 de setembro é dedicado à categoria. A relevância da profissão, segundo ele, vem sendo comprovada ao longo do tempo, hoje com abrangência ainda maior por conta da utilização das redes sociais.
Definindo o radialista como “sentinela” que, com sensibilidade, garantem à população espaço para falar e exigir seus direitos, Tourinho estendeu os cumprimentos aos programas radiofônicos e às emissoras, “que contribuem de forma significativa para o desenvolvimento de Feira de Santana”. Sem citar nomes, “vozes inesquecíveis” que já passaram pelo rádio feirense, são exemplos que devem ser seguidos pelos mais jovens. “Que os mais antigos sirvam de fonte de inspiração e estímulo para que os novos não se distanciem nunca da verdade na informação dos fatos”, sugeriu.
Decisão suspendendo retirada de barracas é provisória mas representa vitória para camelôs
Mesmo de caráter provisório, a decisão liminar do Tribunal de Justiça da Bahia, suspendendo a retirada de barracas do centro de Feira de Santana, pela Prefeitura, representa “uma vitória para os vendedores ambulantes”, afirma o vereador Roberto Tourinho. “Eles não têm como arcar com os altos custos cobrados pelo Centro Comercial Popular. Estamos vivendo uma época de pandemia, de dificuldade econômica. Os ambulantes não têm condições de serem extorquidos com os altos valores que se pretende cobrar”, afirmou na sessão desta segunda-feira (21) da Câmara.
Tourinho diz reconhecer a necessidade de organizar o centro da cidade, mas as medidas de requalificação devem ser tomadas resguardando os direitos dos vendedores ambulantes. Em sua opinião, se hoje existe uma “favela” na região do comércio, com calçadas ocupadas e pedestres expulsos para as ruas, disputando espaços com carros, o “responsável” é o ex-prefeito José Ronaldo. Para o parlamentar, muitos feirantes que estão instalados nas ruas da cidade receberam autorização dos governantes objetivando interesses políticos. “Agora, a todo custo querem empurrar os vendedores para o Shopping Popular, que de popular não tem nada, com taxas caras e custos elevados para realidade dos nossos ambulantes”.
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