Em Feira de Santana, as contratações com carteira assinada em agosto foram pouco mais de quatro vezes maiores do que as registradas em julho pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (CAGED), órgão do governo federal.
Em agosto, o saldo positivo de novos postos formais de empregos foi de 218 – no mês passado 2.292 pessoas foram contratadas e aconteceram 2.074 demissões. Em julho, este número chegou a apenas 49. Em junho, foram 35. No trimestre foram gerados 302 empregos com carteira assinada.
A expectativa é de que, a partir da segunda quinzena deste mês, novas contratações sejam feitas, quando tradicionalmente são iniciadas as contratações temporárias para atender a demanda nas vendas do período do final de ano – inicialmente para o comércio e depois para o setor de serviços.
A retomada da economia e a permissão de funcionamento de setores produtivos, analisa o diretor da Casa do Trabalhador, Arlindo Marques, vai ser positivo nos próximos meses, no tocante à geração de empregos.
Para ele, pequenos negócios que foram obrigados a demitir por enfrentar dificuldades durante a fase mais aguda da pandemia, estão voltando a contratar, como salões de beleza, oficinas, entre outros.
A geração de empregos tem um longo e difícil caminho a ser percorrido – e não apenas em Feira de Santana, que de janeiro a agosto viu sumir 3.982 empregos formais, com pico em abril, com 2.230 postos fechados.
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