Programa ‘Criança Feliz’ de Feira de Santana fortalece vínculo afetivo e estimula habilidades na primeira infância

Gestantes e crianças na primeira infância recebem atendimento integral, considerando o papel da família e seu contexto de vida, através do Programa Primeira Infância.
Gestantes e crianças na primeira infância recebem atendimento integral, considerando o papel da família e seu contexto de vida, através do Programa Primeira Infância.

Em Feira de Santana, gestantes e crianças na primeira infância recebem atendimento integral, considerando o papel da família e seu contexto de vida, através do Programa Primeira Infância, conhecido como Criança Feliz, parceria entre a Prefeitura e o Ministério da Cidadania.

A iniciativa é referência na assistência de três mil crianças de zero a seis anos, bem como suas cuidadoras. Uma equipe de cem visitadoras organiza ações planejadas a partir dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), efetivando a gestão territorial da Proteção Social Básica.

Segundo a coordenadora do programa, Viviane Portela, o Criança Feliz colabora para o fortalecimento do vínculo afetivo familiar, bem como estimula o desenvolvimento infantil. “As visitas buscam a inclusão de gestantes, famílias e a criança com ações coletivas”.

Oficinas, rodas de conversas, campanhas, eventos comunitários ou ações particularizadas, como atividades e metodologias específicas, a exemplo do uso de utensílios domésticos, reforçam o desenvolvimento de habilidades motoras, físicas, cognitivas, emocionais e sociais infantis.

Apesar da pandemia, o trabalho assistencial é mediado por chamadas de vídeo com uso de celular.

“Além da dificuldade para sair e morar distante, esse contato me ajuda na atenção certa [orientações] e apoio ao meu filho”, afirma Liliane Souza Venas, cuidadora do pequeno Levy, com apenas quatro anos, que reside na comunidade do Fulô, em Humildes.

Como participar

O secretário de Desenvolvimento Social, Antônio Carlos Borges Júnior, explica que “o programa é voltado à pessoas em situação de vulnerabilidade”, com papel mobilizador e articulador nos territórios.

Cada família é selecionada a partir de critérios, sendo: gestantes inscritas no Cadastro Único, beneficiárias ou não do Bolsa Família, com crianças de até três anos, e até seis anos beneficiárias do BPC (Benefício de Prestação Continuada).

O cadastramento deve ser feito no CRAS de referência ou do território da cuidadora.


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